A Polícia Civil em Bertioga, no litoral de São Paulo, investiga a denúncia de uma garota de 14 anos contra o próprio chefe, um comerciante, suspeito de assediá-la dentro de uma ótica da cidade. Ele teria a acariciado e pedido um beijo durante o horário de expediente. O homem segue foragido.

Segundo a adolescente, o comerciante pediu para que o garoto fosse a um comércio próximo da ótica, para comprar sorvete para os três. Sozinho com ela, o homem, que não teve identidade e idade reveladas, ofereceu um chocolate a ela, pedindo um abraço em seguida.

Sem desconfiar, ela aceitou o abraço. Em seguida, segundo depoimento, o comerciante passou a mão no corpo da vítima, por debaixo da roupa, e disse para ela “não ter medo e ficar à vontade”, forçando um beijo logo em seguida.

Ela negou o ato. Logo após o assédio, ainda de acordo com a adolescente, o suspeito perguntou se a “mãe era liberal e se ela poderia passar um dia com ele”. A conversa foi cortada com a chegada do garoto, e a vítima acabou indo embora em seguida.

Ainda de acordo com a conselheira tutelar, o suspeito havia feito a entrevista de emprego com a menor sem a presença dos pais, e feito perguntas impertinentes durante o procedimento. O caso foi registrado e segue sendo investigado. A Polícia Civil faz buscas para localizar o comerciante, que segue foragido.

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