Vacinação é realizada nesta terça (4) e quarta-feira (5) das 9h às 15h30, na sede do CPI-6.

Os guardas portuários que atuam em Santos, no litoral de São Paulo, começaram a ser vacinados nesta terça-feira (4). Os agentes terão que comprovar que realizam a atividade para receber a primeira dose da vacina. A aplicação da vacina ocorre na sede do Comando de Policiamento do Interior – 6 (CPI-6).

A vacinação é organizada pela Polícia Militar e é realizada apenas nesta terça e quarta-feira (5), das 9h às 15h30. Além dos guardas portuários, profissionais da Segurança Pública que ainda não foram vacinados podem receber a primeira dose, sendo eles profissionais da Guarda Civil Municipal, Polícia Federal, Polícia Técnico Científica, Polícia Civil e Polícia Militar, englobando Corpo de Bombeiros e Polícia Rodoviária.

“Estamos com a mesma estrutura, com exceção do drive-thru, devido à quantidade de profissionais a ser vacinados, que é bem menor”, explica a major Regiani Rocha, da Polícia Militar. “Estamos com 15 profissionais, sendo da Polícia Militar, técnicos em enfermagem, e mais dois técnicos de enfermagem da Prefeitura de Santos”, disse ela.

A aplicação das doses ocorre na sede do Comando de Policiamento do Interior – 6 (CPI-6), localizado na avenida Coronel Joaquim Montenegro, 282, na Aparecida, em Santos. De acordo com a major, cerca de 400 profissionais serão contemplados.

Reivindicações

 

A inclusão dos guardas portuários no grupo prioritário da vacinação ocorreu após reivindicações da categoria. Os profissionais realizam atividades de segurança pública e fiscalização na área dos portos no Estado de São Paulo.

Desde o anúncio da vacinação para os profissionais da segurança pública, eles reivindicam o seu direito a integrar o plano de imunização porque alegam que estão envolvidos nas ações de vigilância, em contato direto com o público e com os trabalhadores portuários, inclusive, estrangeiros.

O Sindicato dos Empregados na Administração Portuária (Sindaport) enviou ofícios à autoridades municipais, estaduais e federais. Além disso, a categoria chegou a protestar no início de abril, pedindo a vacinação.