Apesar dos esforços da Apple para manter as rédeas curtas em relação às regras da App Store, sob argumento de maior segurança para seus usuários, a loja de aplicativos do iPhone abriga programas fraudulentos que já lucraram US$ 48 milhões com táticas enganosas. As informações são de uma reportagem do The Washington Post publicada no domingo (6).

Segundo o veículo, dos 1.000 aplicativos de maior bilheteria na App Store, quase 2% são apps de scam – que, pela definição do relatório, seriam “todos aqueles que tiram dinheiro de clientes usando táticas enganosas, incluindo classificações e avaliações manipuladas, bem como táticas que podem induzir as pessoas a pagar por algo acidentalmente ou porque elas acreditavam que não tinham escolha”.

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