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    Clique e leia a Edição 190/21 do Jornal Folha 12 - 10 de Dezembro de 2021


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O Canadá anunciou nesta quinta-feira (13) que se juntará ao México para desafiar a forma como os Estados Unidos interpretam as regras do setor automotivo dentro do novo acordo comercial entre os três países, que substituiu o antigo Nafta.

Na semana passada, o México solicitou a um painel de solução de controvérsias que estabeleça que a interpretação de Washington sobre os requisitos de conteúdo conhecidos como regras de origem é incorreta.

“O Canadá se une à solicitação do México para estabelecer um painel de resolução de disputas”, afirmou a ministra de Comércio Internacional do país, Mary Ng.

A funcionária do governo canadense garantiu que a interpretação de Washington é “inconsistente” com o acordo de integração entre Estados Unidos, México e Canadá, conhecido pela sigla em inglês USMCA, que entrou em vigor em julho de 2020 e permite que os carros fabricados na região fiquem livres de impostos.

A disputa se concentra em como as partes e os componentes que não têm origem na América do Norte são tratados sob essas regras, segundo o México, que acrescentou que vários meses de consultas não foram suficientes para resolver a controvérsia.

O acordo comercial firmado pelo então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elevou o requisito de conteúdo regional para os veículos para 75%, quando o limite anterior estabelecido pelo Nafta era de 62,5%.

“O Canadá acredita que um painel de resolução de disputas ajudará a garantir uma resolução oportuna deste problema”, afirmou Ng.

Segundo o pacto, espera-se que o painel publique um relatório no meio deste ano, durante o verão no hemisfério norte.

Canadá e México também estão incomodados com o que chamam de política protecionista dos Estados Unidos sobre o desenvolvimento de veículos elétricos, argumentando que isso prejudica suas indústrias.

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