A mulher estuprada no metaverso do Facebook assegurou que a situação “era realista”, afirmando que a “resposta fisiológica e psicológica foi como se tivesse acontecido no mundo real”.

Uma mulher de Londres denunciou ter sofrido um “estupro virtual” enquanto estava no metaverso do Facebook.

A inglesa Nina Jane Patel, estava conectada ao metaverso por apenas 1 minuto quando tudo aconteceu.

Ela afirmou que realizava pesquisas sobre a experiência virtual lançada pela empresa de Mark Zuckerberg.

O metaverso de Zuckerberg simula a vida real por meio de hologramas e tenta passar ao usuário uma experiência que simular a vida real.

Dentro de 60 segundos, fui assediada verbal e sexualmente. Três ou quatro avatares masculinos, com vozes masculinas, praticamente estupraram meu avatar e tiraram fotos“.

Denunciou a mulher em seu blog.

Acrescentando que quando tentou escapar da situação continuaram a assediá-la com frases como “não finja que não gostou”.

Patel ainda disse que, apesar de ser uma situação virtual, parecia real “porque esse é o propósito destas imersões” no universo criado pelo fundador do Facebook.

A realidade virtual foi projetada para que a mente e o corpo não possam diferenciar as experiências virtuais/digitais e as reais“.

explicou ela.

De certa forma, minha resposta fisiológica e psicológica foi como se tivesse acontecido em uma realidade“.

Concluiu.

Com o metaverso, o Facebook saiu para concorrer com empresas como Epic Games, Fortnite e Blox, que seduziram milhões de pessoas graças à oferta de entretenimento personalizado e propostas inovadoras como formas de lazer, exposições virtuais e espaços de interação.

Especialistas acreditam que o Metaverso agora representa uma oportunidade única de receita de US$ 1 trilhão.

O Facebook foi quem usou a palavra Meta pela primeira vez nos últimos anos mudando o nome da empresa.

A princípio, muitos achavam que era para fugir da má publicidade que estava recebendo na época.

Isso pode ser verdade do ponto de vista do tempo, no entanto, a mudança de nome reflete muito mais para onde o mundo está indo ou onde está o foco.

Nesse meio tempo, principalmente nos últimos cinco meses, não se fala em outra coisa no mercado financeiro a não ser em Metaverso.

Enquanto que esse conceito não chamava a atenção dos especialistas do mundo, que tinham pensamentos de “como as pessoas podiam viver a vida em uma realidade alternativa?”.

Todavia, muitos passaram agora a buscar e tentar entender como funciona esse novo mercado e como ele pode funcionar no mundo real.

O Metaverso é uma rede de mundos virtuais 3D focados na conexão social. Ou seja, você colocaria um par de óculos com fones de ouvido conectados a eles. Com seu telefone ou computador também conectado a eles e está tudo pronto!

As empresas fortemente investidas no Metaverso estão gastando milhões de dólares para convencer os consumidores de que o alvorecer do Metaverso está chegando.

Contudo, isso dará início a uma era de adoção em massa e interação digital sem barreiras ou será um produto de nicho, reservado para jogadores e futuros entusiastas de tecnologia? Só o tempo irá dizer.

Por enquanto, os investidores interessados no Metaverso devem explorar esse mercado afim de encontrar bons projetos.

Até o momento da publicação o Facebook não havia se manifestado sobre o estrupo da mulher.

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