Dia Mundial da Zoonoses: equipe de combate s endemias de So Vicente promove atividades educativas em aluso data


As zoonoses são doenças naturalmente transmissíveis entre animais e seres humanos de forma direta, através do contato com secreções, mordeduras e arranhaduras, ou indireta, por meio de vetores como insetos e ectoparasitas. Em São Vicente, a equipe da Unidade de Vigilância de Zoonoses (UVZ) realiza uma série de serviços regularmente para combater os vetores das doenças e conscientizar a população sobre os métodos de prevenção, como foi nesta sexta-feira (5), em alusão ao Dia Mundial da Zoonoses, celebrado no dia 6 de julho.


 


A equipe esteve presente nas UBSs e ESFs, distribuindo panfletos aos munícipes com orientações sobre os tipos de zoonoses, formas de combate e controle, e esclarecendo dúvidas sobre o assunto. Na Praça Barão, as agentes marcaram presença por meio de um estande que chamou atenção de qualquer um que passasse pelo centro da Cidade. 


 


“Eu mesmo não fazia ideia de que existia um dia para isso. Achei muito interessante, porque é essencial que todos façam suas partes para que possamos combater essas doenças”, comenta o morador do Parque das Bandeiras, Reinaldo Silva. 


 


A agente de endemia supervisora da Equipe de Informação, Educação e Comunicação (IEC), Roberta de Oliveira, explica que a principal dúvida das pessoas ainda é a respeito do assunto. Algumas, segundo ela, não sabem o que são zoonoses e quais são essas doenças, fato que às vezes pode gerar desinformações sobre a temática. 


 


“É importante esclarecermos que a culpa não é do animal, e sim do vírus, do parasita, do fungo ou da bactéria que infecta esse animal. São vítimas desses microorganismos tanto quanto nós. Por isso, é fundamental que as vacinas do seu pet estejam em dia”, informou a agente. 


 


Uma outra parte da equipe da UVZ também esteve no local para exemplificar os serviços realizados regularmente na Cidade. A cada três meses, os agentes realizam o processo de desratização nas praças, praias, canais e ruas de São Vicente. O processo consiste no combate da proliferação de roedores, um dos principais vetores da leptospirose e um dos mecanismos de combate é a inserção de pó de contato para rodenticidas direto nas tocas do animal.


 


“Nós agimos direto nas tocas deles porque é onde eles se agrupam. Quando o rato entra em contato com o raticida, ele transmite para outro e assim sucessivamente. Esse controle é feito regularmente, mas a população precisa entender que esses animais são atraídos pelos 4 As: água, abrigo, alimento e acesso. Ou seja, é preciso que haja o descarte correto dos restos de comida”, explica a agente de combate às endemias, Janira Moreira Carvalho. 


 


A dona Lúcia, moradora do Gleba, acompanhou o trabalho das agentes de perto e reafirmou a necessidade do trabalho conjunto: “Eles fazem a parte deles, e a gente a nossa. Eu tenho cães na minha casa, e sempre tive todo o cuidado. Depois de hoje, vou passar a redobrar, e espero que todos também”.

source
Com informações da Prefeitura de São Vicente

Anúncios

Deixe uma resposta