População terá os dias 2 e 4 de julho para ouvir os detalhes do projeto de R$ 5 bi em Caçapava, cujo previsão é a criação de 2 mil empregos diretos e a geração de 1,743 MW de energia para a segurança energética do País.

São Paulo, 02 de julho de 2024 – A Natural Energia enfim terá a oportunidade de apresentar para toda a população de Caçapava, São José dos Campos e os demais municípios do Vale do Paraíba o projeto da Usina de Transição Energética São Paulo. As audiências públicas, foram convocadas pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e acontecerão nesta terça-feira, 02, e também na próxima quinta-feira, 04 de julho.

Será a primeira vez que o empreendedor terá a oportunidade de dialogar diretamente com a população de Caçapava e região, o que permitirá responder às dúvidas e ter o espaço para explicar todas as etapas planejadas para o empreendimento que vai receber R$ 5 bilhões em investimentos e criar diversas oportunidades na região. A usina, quando concluída, terá a capacidade instalada de 1.743,8 MW e uma função importante na garantia da segurança energética da região e do sistema elétrico brasileiro.

A construção da UTE São Paulo vai criar até 2 mil vagas de empregos, além abrir diversas oportunidades para fornecedores de bens e serviços de toda a região do Vale. O início da construção depende, entre outros fatores, da obtenção da licença ambiental – cuja discussão de forma transparente e democrática começará efetivamente com a realização das duas audiências públicas.

Com a obtenção da licença prévia – primeira etapa do processo de licenciamento, o empreendimento poderá se habilitar para participar dos leilões de energia de reserva da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O leilão de reserva é uma espécie de contratação que garante o abastecimento de energia em momentos de alta demanda em que fontes renováveis – como eólica ou solar – não possam suprir energia ao Sistema Interligado Nacional.

Por isso, as audiências públicas, são importantes para que a população do Vale tenha o direito de conhecer os detalhes do projeto. Essa condição de usina reserva, por exemplo, significa que o empreendimento irá gerar energia em períodos específicos, o que se soma às tecnologias de ponta a serem utilizadas para reduzir substancialmente o impacto da operação.

A usina, portanto, não será acionada ininterruptamente, embora os estudos – por determinação do processo de licenciamento que simula um cenário estressado ao máximo, com operação contínua da usina – tenham de indicar números de emissões e consumo de recursos hídricos nessa situação. Mesmo considerando essa condição de funcionamento ininterrupto, os estudos indicam que o projeto tem viabilidade ambiental, seja do ponto de vista da oferta de água, quanto do ponto de vista da dispersão atmosférica da região.

Importante reforçar que o projeto não irá utilizar água para o resfriamento do ciclo de geração a vapor. “Outro destaque é que praticamente não haverá perda de água, pois usaremos uma tecnologia de resfriamento a ar no circuito de geração a vapor. Isso é uma das principais inovações da UTE São Paulo, representa uma importante economia de água e atribui sustentabilidade ao processo sob a ótica do balanço hídrico”, afirma o diretor de Implementação da Natural Energia, Leandro Mota.

O diretor explica que a tecnologia a ser utilizada na UTE São Paulo é a mais avançada disponível no mundo. Além de atender requisitos legais, reduz ao máximo os impactos ambientais da operação. Segundo Leandro, o gás natural é o combustível da transição energética, é imprescindível para a segurança do sistema por ser muito mais limpo que o carvão e o diesel e fornece geração e energia “firmes”, aquela que pode ser acionada em momentos de grande demanda e baixa produção das fontes intermitentes. “Além de uma emissão de carbono muito inferior à de outros combustíveis, como carvão, gasolina e diesel, a UTE não terá emissão de poeira ou gases relacionados com a poluição do ar nas cidades”, esclarece.

Convite para a audiência pública

Para que a sociedade possa se manifestar e discutir o projeto, a idealizadora do projeto disponibilizará transporte gratuito de ida e volta nas respectivas rodoviárias das cidades Caçapava, São José dos Campos, Taubaté, Pindamonhangaba, Monteiro Lobato, Jacareí, Santo Antônio do Pinhal e Tremembé até o local da audiência pública.

Abaixo, os locais e pontos de encontro nas cidades citadas:

  • Caçapava: Rodoviária intermunicipal de Caçapava Av. Brasil, 1001 Vila Antônio Augusto – SP, 12287-020
  • Taubaté: Mesquita Municipal de Taubaté R. Benedito da Silveira Morães, 201 – Cavarucanguera, Taubaté – SP, 12070-290
  • São José Dos Campos: Rádio Canção Nova R. Itororó, 186 – Jardim Paulista, São José dos Campos – SP, 12216-060
    Pindamonhangaba: Terminal Rodoviário De Pindamonhangaba Estrada Radialista Percy Lacerda, n° 1000, Pindamonhangaba – SP, 12412-825- SP, 12216-060
  • Monteiro Lobato: Terminal Rodoviário De Monteiro Lobato R. Humberto Capelli, 232-282, Monteiro Lobato – SP, 12250-000
  • Jacareí: Terminal Rodoviário De Jacareí R. Maranhão, 239 – Jardim Marcondes, Jacareí – SP, 12305-050
  • Santo Antônio Do Pinhal: Terminal Rodoviário Santo Antônio Do Pinhal R. Gumercindo Jacinto Silva, 2, Santo Antônio do Pinhal – SP, 12450-000
  • Tremembé: Terminal Rodoviário De Tremembé R. Min. Amador Bueno, 555 – Jardim Bom Jesus, Tremembé – SP, 12120-033

    * Horário de saída de cada ponto de encontro: 18h

Serviço:

Audiência pública em Caçapava:

Data: 02 de Julho de 2024 Terça-feira, às 19 horas

Endereço: Summit Suites Hotel Caçapava R. João Benedito Moreira no 40, Jardim Maria Cândida, Caçapava – SP

Audiência pública em São José dos Campos

Data: 04 de Julho de 2024 Quinta-feira, às 19 horas

Local: Hotel Nacional Inn Av. Deputado Benedito Matarazzo, nº 9009, Jardim Oswaldo Cruz, São José dos Campos -SP

Sobre a Natural Energia

Criada em 2012, a Natural Energia é uma das principais desenvolvedoras de projetos de energia limpa do Brasil. Com a missão de contribuir para uma nova era de baixo carbono e atividades no Brasil, Estados Unidos e Austrália, a companhia já desenvolveu mais de 5,0 GW em projetos de energia limpa em parceria com grandes empresas do setor.

 

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