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Por: Guilherme Ferraz

Praia Grande realiza, entre os dias 23 e 26 de abril, a 7ª edição do Festival de Chorinho, que promete movimentar a cena cultural da Cidade com uma programação totalmente gratuita. Com atividades distribuídas entre o Palácio das Artes e a Praça Nossa Senhora de Fátima, no Bairro Caiçara, o evento celebra o Dia Nacional do Choro e amplia o acesso do público a um dos gêneros mais tradicionais da música brasileira.

A abertura acontece na quinta-feira (23), às 19h30, no Teatro Serafim Gonzalez, com o espetáculo “O Violão Brasileiro”, apresentado pelo professor Fred Lincoln. Formado pelo Conservatório de Cubatão, o músico atua como professor de violão na região e reúne, em seu repertório, obras de diferentes estilos e períodos da música.

Na sequência, às 20 horas, o Quinteto Regional Sabiá, liderado pelo músico e pesquisador Nando Souza, sobe ao palco com um repertório voltado ao choro e ao samba, destacando a riqueza e a diversidade da música popular brasileira.

Já na sexta-feira (24), a programação começa com uma ação especial no Lar dos Idosos, com apresentação do Grupo Bossa Nova, projeto desenvolvido por alunos do Palácio das Artes, sob orientação do professor Rodrigo Coelho. Voltado à prática musical coletiva, o grupo trabalha a harmonia da música brasileira, especialmente a bossa nova, para promover o aprendizado e integração entre os participantes.

Ainda na sexta-feira, às 19 horas, o Teatro de Bolso Leni Morato recebe a masterclass “Linguagem do Choro”, ministrada por Sergio Casalunga. Guitarrista, professor e diretor pedagógico do IG&T (Instituto de Guitarra & Tecnologia), o músico reúne mais de 15 anos de experiência no ensino musical e apresenta uma abordagem contemporânea do gênero, conectando o choro a influências do samba e do jazz.

No sábado (25), o festival segue para a Praça Nossa Senhora de Fátima, no Caiçara, com apresentação do grupo Choro Negro, às 19 horas, em evento aberto ao público.

O encerramento acontece no domingo (26), também na Praça, às 19 horas, com o Trio Subindo a Serra e convidados. Formado por Helinho Guadalupe (cavaquinho e voz), Marlene Mendes (pandeiro e voz) e Milton Rodrigues (percussão e voz), o grupo reúne músicos experientes e leva ao público um repertório que valoriza a tradição do choro como expressão da cultura popular brasileira.

Para o secretário de Cultura e Turismo, Mauricio Petiz, o crescimento do festival acompanha o interesse do público e reforça seu papel de aproximar a população do gênero. “O choro faz parte da nossa identidade musical, mas muita gente ainda não teve contato direto com esse estilo. O festival cria esse encontro de forma acessível e, ao longo dos anos, acabou se incorporando à rotina cultural da Cidade”, afirmou.

Os ingressos para as apresentações realizadas nos teatros do Palácio das Artes (Serafim Gonzalez e Leni Morato) são gratuitos e distribuídos 30 minutos antes de cada espetáculo. Já as atividades na Praça Nossa Senhora de Fátima são abertas ao público, sem necessidade de retirada de ingressos.

História – Celebrado em 23 de abril, o Dia Nacional do Choro homenageia Pixinguinha, um dos maiores nomes do gênero no Brasil. Surgido no final do século XIX, o choro é considerado um dos primeiros estilos urbanos tipicamente brasileiros, marcado pela fusão de influências e pela riqueza instrumental.

Local – O Palácio das Artes está localizado na Av. Pres. Costa e Silva, nº 1600, no Bairro Boqueirão. Já a Praça Nossa Senhora de Fátima fica no Bairro Caiçara.

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Com informações da Prefeitura de Praia Grande

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