O diretor do Departamento de Políticas de Desenvolvimento Sustentável (Depods), Fábio Tatsubô, apresentou o case santista sobre como é possível transformar políticas públicas por meio do uso estratégico de dados, indicadores, planos de ação transversais e pactuação de metas. O enfrentamento das mudanças climáticas, como eventos extremos afetam a vida marinha e a qualidade do pescado também foram abordados.
No encerramento, foi realizada uma mesa redonda reunindo os palestrantes do período da tarde. O debate engajou o público sobre caminhos possíveis para a maior inclusão do pescado na alimentação.
“Mais do que garantir a produção de alimentos, a pesca precisa estar alinhada a práticas que preservem os ecossistemas, respeitem as comunidades e assegurem a sustentabilidade dos recursos ao longo do tempo. Nesse contexto, o ODS 14 (Vida na Água) é central, ao promover a conservação e o uso sustentável dos oceanos. Ao mesmo tempo, a pesca contribui diretamente para o ODS 2 (Fome Zero) e o ODS 3 (Saúde e Bem-estar), ao fornecer alimentos nutritivos e acessíveis. Integrar esses objetivos é essencial para equilibrar produção, conservação e equidade, garantindo que a pesca continue sendo uma fonte de alimento e renda para as futuras gerações”, destacou a pesquisadora científica do Instituto de Pesca, Erika Furlan.
Esta iniciativa contempla os itens 2, 14 e 17 dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU: Fome Zero e Agricultura Sustentável; Vida na Água e Parcerias e Meios de Implementação. Conheça os outros artigos dos ODS
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Com informações da Prefeitura de Santos
