Campeão em 2025, Thalles Degli terminou como top 10 na elite e terceiro na sub23. No feminino, Eduarda de Souza foi a quarta na elite e vice-campeã na sub23. Nas duas disputas, a definição foi no sprint.
A competição foi criada em 1945 e detém o recorde de maior número de edições realizadas ininterruptamente (com apenas uma pausa em 2020) e figura como uma das provas clássicas do País.
Thalles, de 21 anos, largou com o número 1, defendendo o título, e durante a disputa esteve nos principais movimentos e tentativas de fuga, mas a competição foi definida no sprint.
“Foi uma prova bem nervosa e com vários movimentos. Estavam as principais equipes do Brasil e objetivo era defender o título. Batalhei até o final, indo nas fugas, acompanhando e foi para o sprint”, comentou Thalles.
Vale lembrar que em paralelo à disputa no Rio de Janeiro, a equipe está na disputa da Taça Brasil de Pista, no velódromo de Maringá, no Paraná.
Os atletas paralímpicos já garantiram resultados expressivos, com destaque para Roberto Franco Neto, com dois ouros.
Esta iniciativa contempla o item 3 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU: Saúde e Bem-Estar. Conheça os outros artigos dos ODS.
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Com informações da Prefeitura de Santos
