
Gestores da Prefeitura de Mongaguá e da empresa Neoenergia Elektro retomaram nesta quinta-feira (11/12) a discussão sobre o projeto de instalação de torres de linha de transmissão de energia, cujo traçado proposto tem cerca de 10km e percorre as margens da linha férrea, entre as avenidas São Paulo e Sorocabana.
A intervenção provocará intervenções urbanísticas significativas por conta das estruturas metálicas e a supressão de áreas de vegetação. Em contrapartida, a cidade ganharia, em todo o trajeto das torres, malha cicloviária, modernização do sistema de iluminação pública com lâmpadas de LED e bolsões de estacionamento.
E justamente em razão das interferências ao planejamento urbano da cidade e às comunidades, com grande concentração de moradias ou não, é que o projeto requer ampla discussão técnica e revisitas ao projeto.
A obra em si será executada pela Neoenergia, mas é de responsabilidade do Governo Federal, por meio da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), num processo de reestruturação de linhas de distribuição de alta tensão e de melhorias de conexão de subestações de energia que está envolvendo todo o Litoral Paulista.
A previsão é de que as primeiras iniciativas tenham início no segundo semestre de 2026 e perdurem por 12 meses. Antes, porém, é necessária a conclusão do projeto executivo e a obtenção dos licenciamentos ambientais, etapas que só começam a acontecer após a autorização das prefeituras.
Contribuíram com a discussão desta quinta-feira, pelo município, a prefeita; o vice-prefeito; os secretários de Governo; de Obras Públicas, Carlos Cafema, e de Meio Ambiente, Alexandre Barril Dalla Pria; além dos gestores de Planejamento, Kátia Freire, e de Convênios, Ricardo Ferreira.
Em nome da Neoenergia participaram a gerente de Grandes Clientes, Fernanda Arantes, e o dirigente técnico, José Junior.
Também participaram da tratativa os vereadores Rodrigo Rodrigues, Badu e Tubarão.
(Fotos: Gabriel Freitas)
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Com informações da Prefeitura de Mongágua


