Baixada Santista reforça monitoramento de áreas com acesso a dados de satélite

Tarcísio de Freitas autoriza a expansão do uso da geotecnologia na região; objetivo é prevenir acidentes e antecipar ações de defesa

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O Governo de São Paulo avançou no monitoramento de áreas com ocupação irregular, áreas de supressão de vegetação nativa e na prevenção de deslizamentos provocados por acidentes e eventos climáticos extremos. Nesta quinta-feira (13), o governador Tarcísio de Freitas autorizou o acesso das nove cidades da Baixada Santista ao Sistema de Monitoramento de Áreas Suscetíveis.

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“Um tremendo instrumento fica agora à disposição dos prefeitos que, a partir desse momento, terão imagens de satélite em tempo real, conseguindo entender o que está acontecendo na área que abrange o município”, afirmou Tarcísio. “Esse monitoramento vai permitir um alerta imediato aos órgãos competentes para uma atuação em tempo real, garantindo a segurança necessária ao meio ambiente, à sustentabilidade e sobretudo à vida”, acrescentou o governador.

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O serviço passa a ser usado pelos municípios de Bertioga, Santos, Praia Grande, Cubatão, Guarujá, Itanhaém, Mongaguá, Peruíbe e São Vicente e vai ajudar a subsidiar de informações as autoridades locais que poderão antecipar ações em áreas propensas a deslizamentos e regiões atingidas por desastres. A ferramenta utiliza imagens de satélite também para monitorar ocupações irregulares em zonas de risco ou de preservação ambiental.

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Em março passado, os representantes dos municípios da Baixada Santista participaram de treinamento prévio à adesão à ferramenta. Agora, os agentes fiscalizadores das nove cidades contam com o acesso efetivo ao material e às informações captadas pelos satélites. O sistema não tem custo para as prefeituras.

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O monitoramento é feito por meio do acompanhamento e da sobreposição de imagens captadas. A tecnologia permite ainda identificar a construção de novas edificações, supressão de vegetação, abertura de vias e movimentação de terra, entre outras atividades.

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O sistema é coordenado pelo Instituto Geográfico e Cartográfico do Estado de São Paulo (IGC), órgão vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação, e foi lançado em dezembro de 2023. A área de cobertura inicial compreende mais de 12,5 mil km² entre o Litoral Norte, a Baixada Santista e municípios da Grande São Paulo, áreas fortemente afetadas pelas mudanças climáticas.

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A ferramenta é uma complementação do programa Brasil Mais, da Polícia Federal, para difusão do uso de geotecnologias na gestão pública e padronização de atividades de detecção remota das condições geológicas e climáticas.

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sourceCom informações do Governo de São Paulo

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