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Primeira empresa da Via EstruturalA RiverHook Village vai investir inicialmente mais de R$ 5 bilhões para implantar um dos maiores datacenters do Brasil, que ficará logo à direita no acesso à Via Estrutural pela SP-62, em uma área de mais de 500 mil m². A empresa conseguiu autorização do Operador Nacional do Sistema para uma carga energética extra de 150 megawatts para Pindamonhangaba, com possibilidade de expandir para 300 megawatts nos próximos anos.
Homenagem a PindamonhangabaDe forma coincidente, o nome RiverHook Village também é homenagem a Pindamonhangaba, pois significa em tradução do inglês para o português como “local do anzol”, bem próximo ao significado do nome da cidade “Local onde se fabrica anzol”.
Economia de água e energiaFabio Gordon relatou que “dois critérios que medem a eficiência de uma operação de DataCenter hoje são PUE e WUE, que se referem a uso eficiente de energia e água. Nosso objetivo no projeto RiverHook é certificar o nosso datacenter com os mais altos padrões de certificação e sustentabilidade”.Ele disse que a empresa vai utilizar um sistema fechado de refrigeração, para economizar água e energia elétrica. “Imagine um supercomputador processando bilhões de dados por segundo para criar uma Inteligência Artificial. Esse processo gera um calor imenso. Se usássemos o método antigo (ar-condicionado gigante), gastaríamos muita de água e energia. Diferentemente das torres de resfriamento tradicionais, que soltam vapor d'água, o sistema fechado não consome água para refrigerar, o que é um enorme ganho ambiental para a região de Pindamonhangaba”.O sócio-fundador da RiverHook afirmou que o sistema fechado funciona como o resfriamento de um motor de carro. “No circuito hermético o líquido refrigerante corre dentro de tubos selados, passando diretamente pelos processadores para ‘roubar’ o calor. Não há desperdício porque esse líquido nunca entra em contato com o ar externo e não evapora. Ele viaja até um trocador de calor (como o radiador na frente de um carro), esfria e volta para o computador em um ciclo infinito”, completou Gordon.O empresário vai construir uma infraestrutura que 'respira' de forma inteligente. “Em vez de consumir água da cidade para resfriar nossas máquinas, usamos um sistema circular de alta tecnologia que protege o meio ambiente e garante que o Brasil tenha a potência necessária para liderar a revolução da Inteligência Artificial, tudo isso respeitando os limites e a segurança do sistema elétrico nacional”.
Escolha da cidadeFabio Gordon explicou que escolheu Pindamonhangaba por uma série de fatores. “Tem a questão estratégica da localização às margens da Dutra, entre São Paulo e Rio de Janeiro, e a proximidade com Minas Gerais. Somadas essas regiões concentram cerca de 50% do Produto Interno Bruto do Brasil. Tem a proximidade com portos e aeroportos, mão-de-obra qualificada, com diversas universidades e faculdades na região, além de ser uma cidade inteligente e de ter políticas atrativas para investidores, como o programa de incentivos para empresas”. Ele relatou que os contatos com Pindamonhangaba começaram em agosto de 2025. “Procuramos a secretaria de Desenvolvimento Econômico, conversamos com o Martuscelli, com Piorino e entendemos como Pindamonhangaba como o local ideal para a RiverHook”.O secretário de Desenvolvimento Econômico, Marcelo Martuscelli, destacou também outros fatores para a escolha da cidade, como volume de terras planas, polo empresarial diversificado, incentivos e transparência das ações. “Fizemos diversas reuniões com o Fábio Gordon, apresentamos a cidade, nosso indicadores, nossas leis de inventivo, e abrimos a Prefeitura para que pudessem conhecer todos nossas condições. Tudo isso culminou no sucesso para a instalação do empreendimento”, avaliou.
Projeção arquitetônica de como será uma parte da empresa.
sourceCom informações da Prefeitura de Pindamonhangaba
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