A representante do Sistema das Nações Unidas no Mali reafirmou o apoio da organização aos civis do país após um fim de semana violento que levou à morte do ministro da Defesa maliano, Sadio Camara, numa série de ataques coordenados.
Em uma rede social, Hanaa Singer-Hamdy expressou sua solidariedade com todos os civis afetados por essa nova onda de desafios atravessados pela nação africana.
Ela disse que está acompanhando os desdobramentos de perto. No fim de semana, separatistas do norte do Mali e extremistas islâmicos realizaram ataques coordenados contra o governo e as forças do país.
Segundo agências de notícias, houve explosões e troca de tiros na capital Bamako, no sábado, assim como em Gao, áreas centrais até a cidade de Kidal, que fica no norte do Mali.
Rebeldes Tuareg, integrantes dos grupos Al Qaeda e Isil ou Daesh atacaram civis e infraestrutura dos locais levando destruição e medo.
Em nota, emitida pelo seu porta-voz, o secretário-geral da ONU disse estar profundamente preocupado com os relatos e condenou fortemente os atos de violência.
António Guterres disse que é preciso proteger os civis e a infraestrutura do país que atende aos malianos.
A nação africana está sendo alvo de violência há mais de 14 anos. Em 2013, uma Missão da ONU chegou ao país, mas teve de encerrar o trabalho 10 anos depois, no final de 2023, após uma solicitação do governo militar do Mali.
Um ano antes, forças da França e da Missão de Treinamento da União Europeia também se despediram do país.
As operações humanitárias da ONU seguem ocorrendo no Mali com um plano de apoio a cerca de 3,8 milhões de pessoas.
sourceCom informações da ONU
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