Iniciado em fevereiro de forma itinerante, o Nerer já tem sete meses de trabalho e mais de 1,5 mil professores e educadores atendidos. Seu objetivo é ampliar a formação sobre o ensino obrigatório da história e cultura afro-brasileira nas escolas; promover a formação contínua dos educadores; realizar consultas periódicas nas escolas e elaborar relatórios anuais sobre as ações de implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira, Africana e Indígena; incentivar a cultura de autoavaliação nas escolas e na gestão educacional, utilizando guias orientadores com base em indicadores socioeconômicos, e étnico-raciais, entre outras funções.
A secretária de Educação e vice-prefeita, Audrey Kleys, disse que a nova sede vai possibilitar a ampliação do atendimento dos alunos. “O trabalho tem sido feito baseado em amor, respeito, compreensão. E, com a ampliação dos espaços de trabalho e estudo, teremos mais formação no chão da escola. O que queremos é ver que nossas crianças terão um olhar diferente no que diz respeito ao ensino da cultura afro-brasileira e dos povos originários”.
Para Lucilene Costa, chefe da Seção de Projetos Educacionais (Seproje), a criação do espaço foi uma necessidade que surgiu por conta da ampliação do trabalho do núcleo. “Além dessa sala, as nossas formações também são aqui”.
Esta iniciativa contempla o item 4 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU: Educação de Qualidade. Conheça os outros artigos dos ODS.
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Com informações da Prefeitura de Santos





