“A escolha da localização foi pensada para garantir conectividade e eficiência logística. Estamos posicionados em um ponto que favorece tanto o transporte rodoviário quanto o ferroviário e aéreo”, afirma Handerson Araújo, CEO da GTOP Engenharia, uma das realizadoras do projeto. A cidade de Betim, que é o quarto maior Produto Interno Bruto (PIB) do estado, é considerada o maior polo industrial de Minas Gerais por abrigar setores consolidados como o petroquímico, automobilístico e logístico. Com a chegada do novo aeroporto, a demanda por espaços adequados a esses segmentos cresceu de forma expressiva.
Dessa forma, o BTC surge como resposta a essa demanda, oferecendo um bairro planejado com lotes a partir de 1.000 metros quadrados e possibilidade de junções para grandes operações. “O local foi desenhado para atender desde pequenas empresas até grandes plantas industriais. É uma solução flexível e adaptável às necessidades do mercado”, explica Luís Henrique Souza, responsável pela infraestrutura do empreendimento e diretor da TOPGEO. A oferta de lotes menores representa uma mudança no perfil dos empreendimentos industriais da região, tradicionalmente voltados a grandes operações. Segundo Vagner Costa, coordenador de vendas da VNC Realty, o projeto preenche uma lacuna importante no mercado regional.
“Pequenas e médias empresas nunca tiveram um local deste porte para atender suas operações. A aceitação do mercado tem sido excelente”, comenta. O BTC contará com 164 lotes e uma área verde de mais de 47 mil metros quadrados. As ruas serão largas, com pavimentação em CBUQ (concreto betuminoso usinado a quente), garantindo maior durabilidade e mobilidade para carretas e caminhões, além de contar com infraestrutura com rede de água e esgoto da Copasa e energia da Cemig. Além disso, está em formação uma associação de bairro que terá como objetivo representar os proprietários e empresas junto aos órgãos públicos, cuidar do paisagismo e implementar um sistema de monitoramento para aumentar a segurança.
Araújo ressalta que a proximidade com o aeroporto, que terá operação de cargas, é considerada um diferencial competitivo. “O BTC está inserido no zoneamento ZAE-01 (Zona de Atividade Especial), o que permite a instalação de centros de distribuição, operações ligadas ao e-commerce e até atividades da indústria aérea”, afirma. “A localização e o zoneamento ampliam as possibilidades de negócios, já que o espaço pode receber uma variedade de segmentos, o que é essencial para o dinamismo econômico da região”, completa o CEO.
O mercado imobiliário brasileiro como um todo também vive um momento de expansão. De acordo com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), o setor registrou crescimento de 15% no primeiro trimestre de 2025. Na RMBH, a taxa de vacância em condomínios logísticos caiu de 12,6% para 7,2% no mesmo período, evidenciando a absorção acelerada de estoques e a confiança dos investidores. A GTOP Engenharia, a Raja Empreendimentos e a Aliança Rural, responsáveis pelo desenvolvimento do parque logístico, projetam um impacto positivo na economia local. A expectativa é de que o projeto atraia empresas de diversos setores e gere milhares de empregos diretos e indiretos. A fase de pré-lançamento dos lotes terá início em outubro de 2025, com condições diferenciadas de preço e pagamento.
“O BTC vem no momento certo, pois Betim está decolando com vários investimentos. Acredito que estamos no local certo, no momento certo e com o produto adequado”, conclui Vagner Costa. Para saber mais, basta acessar: https://betimtradecenter.com.br/
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