O salto é fruto de uma série de fatores que demonstram o empenho do Município no fomento ao setor, com intervenções urbanísticas e políticas de incentivo. Em meio a esse universo de melhorias, destacam-se as alterações na Lei de Uso e Ocupação de Solo, criação de Zonas Especiais de Turismo – áreas que proporcionam condições favoráveis para o desenvolvimento turístico e sustentável –, ampliação do potencial construtivo, tornando-o o mais atrativo da região, e a permissão para construção de estúdios, nova demanda em ascensão no mercado imobiliário.
“Detectamos três pilares para projetar uma São Vicente mais desenvolvida: a recuperação do eixo centro-praia, o investimento na Área Continental e o fomento à construção civil. De lá para cá, tiramos do papel grandes intervenções que buscam alimentar esses pilares, como as melhorias na legislação e grandes entregas. Hoje, conseguimos notar o movimento de grandes empresas buscando se instalar, por exemplo, na Área Continental e construções por todos os cantos, além de saldos positivos na valorização imobiliária. Isso é fruto de um trabalho de resgate de credibilidade e de facilitação para que o empresariado se interesse em investir na nossa cidade”, ressalta o prefeito Kayo Amado.
Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) sustentam a fala do chefe do Executivo vicentino. Em 2024, o ramo da construção civil registrou crescimento de 4,3%, alcançando um PIB (Produto Interno Bruto) de R$359,523 bilhões.
Desenvolvimento – Além das políticas de incentivo e desburocratização, o Município adota como estratégia a valorização do eixo centro-praia, impulsionada pelo programa ‘São Vicente de Cara Nova’, que concretizou investimentos como as reurbanizações da Orla do Gonzaguinha e do centro comercial, resgatando a essência da região com maior potencial de geração de emprego e consumo.
Outro ponto de destaque é o projeto de inserção da Área Continental na Poligonal do Porto, que visa a incorporação de 6,4 km2 da região nos investimentos portuários, através da utilização de áreas dos bairros Humaitá, Vale Novo e ‘Bairro A’. A iniciativa está sob análise do Ministério dos Portos e Aeroportos.
“A gente vislumbra uma cidade mais viva, com oportunidades e um horizonte para o vicentino. Todo esse trabalho é para entregar uma São Vicente muito melhor em 2032, quando completa 500 anos. Esbarramos em limitações orçamentárias, mas, dentro das possibilidades, trabalhamos para que o empresário olhe para cá com carinho e tenha interesse em investir na Cidade. Nada é por acaso. Valorização imobiliária, crescimento na empregabilidade, prêmio entregue à Orla do Gonzaguinha. Todas essas conquistas demonstram que estamos trilhando o caminho certo”, concluiu Kayo Amado.
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Com informações da Prefeitura de São Vicente




