Durante a 46ª Sessão Ordinária de 2025, realizada na tarde desta terça-feira (2), os vereadores da Câmara Municipal de Osasco discutiram e aprovaram quatro moções no Plenário Tiradentes.
A mais debatida foi a Moção de Repúdio 412/2025, apresentada pelo vereador Pedro Cantagessi (União), contra o vereador Mateus Batista, de Joinville (SC), autor de um projeto de lei que proíbe nordestinos e nortistas de residirem em cidades do sul.
“Causa muita revolta ver um parlamentar, ainda que da minha legenda, apresentar um projeto de lei excludente e preconceituoso com uma parcela significativa da população brasileira. Isso ofende toda a região Nordeste por pura xenofobia”, declarou Cantagessi.
A proposta recebeu apoio dos vereadores Heber do JuntOz (PT), Lúcia da Saúde (Podemos), Ralfi Silva (Republicanos) e do presidente da Casa, Carmônio Bastos (Podemos).
“Osasco é uma cidade formada por migrantes de diversos estados e de vários países do mundo”, destacou Ralfi.
Outras moções aprovadas
O vereador Gabriel Saúde (Agir) apresentou a Moção de Aplauso 410/2025 a Paulo Contim, pelo lançamento do livro Invista – O Guia do Empreendedor. “O livro resume mais de 20 anos de experiência de Contim no mundo do empreendedorismo”, justificou.
A vereadora Elania Silva (PSD) propôs a Moção de Aplauso 405/2025 a Leandro Roberto Barros Miglioli, empresário e mentor de negócios, em reconhecimento à sua trajetória de formação de líderes, incentivo a empresas e contribuição social.
“Leandro ajuda empreendedores a iniciar suas atividades e inspira empresários em todo o país. O intuito desta moção é registrar nos anais da Câmara Municipal o trabalho desse empresário”, explicou Elania.
Por fim, a vereadora Elsa Oliveira (Podemos) apresentou a Moção de Apoio 406/2025 ao Projeto de Lei nº 986/2024, em tramitação na Câmara dos Deputados, que propõe dispensar a exigência de renovação periódica de laudos médicos para pessoas com deficiência irreversível.
“É desumano obrigar pessoas com deficiência permanente a renovar laudos anualmente. Se está comprovado que a deficiência é irreversível, basta um laudo definitivo”, afirmou a parlamentar.
A proposta foi endossada pelo vereador Ralfi Silva.
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Com informações da Câmara de Osasco




