Na entrevista, Roseli Faria aborda sua trajetória de vida, sua experiência como mulher negra na Universidade de São Paulo (USP) e no mercado de trabalho, sua visão sobre economia política e orçamento público. Ela detalha as dificuldades enfrentadas como única mulher negra em sua turma de Economia na USP e as sutilezas do racismo estrutural.
Roseli Faria relembra sua experiência profissional desde a atuação em empresas ligadas ao sistema financeiro até chegar ao serviço público, especificamente na Secretaria de Orçamento Federal. Ela destaca a mudança de perspectiva sobre o orçamento público como instrumento político de garantia de direitos.
“Trabalhar com orçamento público é efetivamente trabalhar com políticas públicas. Trabalhar com planejamento público é trabalhar com a ideia de o que queremos ser e como seremos. Então, é um espaço eminentemente político, e não técnico.”