Fotos Bastidores (Gabriel Lucas): https://www.dropbox.com/scl/fo/eere3p3vs3rlgibw2gh06/AFj5-DkdhjdGAheFp3Jd7Xo?rlkey=0c0ahp6v43plpog7oz239cn4y&st=421crfth&dl=0
A cantora, compositora e comunicadora Nat Guareschi comemorou neste domingo (6) a forte repercussão de sua estreia no Altas Horas, exibido no último sábado, em edição especial pelos 40 anos do Criança Esperança. A artista interpretou “Vamos Pular”, sucesso de Sandy & Junior, em uma performance vibrante que conquistou o público e movimentou as redes sociais.
Ver-se no ar, segundo ela, foi como reviver o sonho pela segunda vez. Durante a gravação, Nat estava tomada pela adrenalina e pela emoção de estar em um dos palcos mais emblemáticos da televisão brasileira. Na exibição, pôde assistir com calma, absorver cada detalhe e perceber o quanto estava entregue ao momento. Uma experiência que descreveu como um “abraço na própria criança interior”.
A emoção se estendeu para além da TV. Logo após o programa, Nat recebeu inúmeras mensagens de carinho, incluindo um recado especial dos pais, orgulhosos ao vê-la realizar um sonho que acompanharam desde o início. Para a artista, foi ali que percebeu que o momento ia além da visibilidade, representava sua história, sua trajetória e o amor que a move desde o começo.
Nas redes sociais, o retorno foi intenso e carinhoso. Fãs de longa data e novos seguidores destacaram a naturalidade e a energia positiva da apresentação. Muitos relataram ter se emocionado ao vê-la sendo “exatamente quem é”, algo que, para Nat, reflete a essência de seu trabalho como artista e comunicadora.
A participação também teve um significado simbólico. Estar no palco do Altas Horas, cercada de artistas que admira, foi uma confirmação de que sua autenticidade tem espaço. “Foi um privilégio enorme dividir o palco com pessoas que admiro e perceber que o meu jeito foi acolhido”, resume.
Para Nat, o momento marca uma virada em sua carreira. Acostumada a transitar entre música, humor e reportagem, ela sente que o programa consolidou uma nova fase de visibilidade e reconhecimento. “O Altas Horas veio como um marco. Eu sempre fui do campo, da rua, da energia da galera, e agora isso está encontrando palco e projeção”, diz.
Animada com os próximos passos, Nat adianta que prepara lançamentos autorais e uma nova fase de shows, levando para o palco a mesma energia leve e verdadeira que encantou o público no programa.
Confira a entrevista com Nat Guareschi:
– Como foi se ver no ar no Altas Horas?
Me ver no ar foi como reviver o sonho pela segunda vez. Na gravação eu estava tomada pela adrenalina e pela emoção de estar vivendo algo que sempre imaginei. Mas na exibição… eu pude assistir com calma, sentir cada detalhe e perceber o quanto eu estava inteira ali. Pela primeira vez na vida achei bonito me ver sendo exatamente quem eu sou. Foi um abraço na minha criança interior.
– Teve algum momento que mais te marcou durante a gravação ou exibição?
Teve. Logo depois que o programa passou, meus pais me mandaram mensagem dizendo que estavam muito orgulhosos. Eu acho que quando a gente realiza um sonho, ele só fica completo quando compartilhamos com quem plantou a semente lá atrás. Ver que eu orgulhei minha família… isso tem um peso enorme pra mim. Acho que foi o momento em que eu entendi que não era só sobre cantar ou aparecer na TV, era sobre história, sobre trajetória, sobre amor.
– O que mais te surpreendeu na experiência de estar ali, dividindo o palco com outros artistas?
Foi um privilégio enorme dividir o palco com outros artistas que admiro. Principalmente subir naquele palco onde sobem tantos ícones da música brasileira. Eu pude ser eu: rir, brincar, vibrar, cantar. E isso foi acolhido. Estar em um palco tão grande e perceber que o meu jeito tem espaço foi uma confirmação interna muito forte. É como se o programa tivesse dito: “vem como você é, é assim que funciona”.
– Como foi cantar no programa um grande sucesso de Sandy e Jr.?
Foi como abrir uma porta direto pra minha infância. “Vamo Pular” foi uma das músicas que me fez querer estar em um palco. Cantar ali, naquele cenário que eu assisti a vida inteira da sala da minha casa, e ainda conseguir colocar todo mundo pra vibrar junto… foi como dizer pra Nat criança: “a gente conseguiu, e ainda conseguiu do nosso jeito”.
– Que tipo de retorno você recebeu do público nas redes depois da exibição?
Recebi muitas mensagens emocionadas. Pessoas que me conhecem há anos disseram que choraram porque me viram sendo exatamente eu. Gente que nunca tinha me visto disse que se sentiu contagiada pela minha energia. Esse retorno é precioso, porque ele fala sobre verdade, e é a verdade que eu sempre quis transmitir.
– Como você sente que essa participação se conecta com a fase atual da sua carreira?
Eu sinto que o Altas Horas veio como um marco. Eu sempre fui do campo, da rua, da música, do improviso, da energia da galera… e agora isso está encontrando palco, projeção e reconhecimento. É como se essa fase da minha carreira estivesse dizendo: “continua do seu jeito, é isso que te trouxe até aqui”.
– O que vem por aí depois desse momento? Alguma novidade que pode adiantar?
Vem música nova. Vem palco. Vem estrada. Estou preparando lançamentos autorais e quero levar essa energia que apareceu no programa pro máximo de encontros possíveis, não só cantando, mas também me conectando com pessoas a cada reportagem de campo que faço. Tenho pensado muito em proximidade real; essa participação só aumentou minha fome de estar perto das pessoas, de tocar, de vibrar junto.