Em 2025, o núcleo atendeu 3,5 mil profissionais e recebeu do Ministério da Educação o Selo Petrolina Beatriz – Educação para as Relações Étnico-Raciais, reconhecimento nacional concedido a iniciativas que promovem práticas antirracistas de maneira consistente e estruturada nas escolas.
RESULTADOS
Durante o encontro, o núcleo apresentou os objetivos e ações realizadas ao longo do ano, além do monitoramento das práticas pedagógicas desenvolvidas nas escolas. Também foi exibido o vídeo produzido pelos alunos da UME Colégio Santista (Vila Nova), com poesia e dança em celebração ao Mês da Consciência Negra.
A vice-prefeita e secretária de Educação, Audrey Kleys, agradeceu às equipes pelo comprometimento. “Por levarem a educação antirracista aos nossos alunos e por fortalecerem os educadores que estão na ponta”.

A chefe da Seção de Projetos Educacionais Especiais (Seproje), Lucilene Costa, destacou o encerramento do ciclo de atividades. “Essa formação é o resultado de um trabalho de todo o ano. As professoras apresentam aqui aquilo que construíram com seus alunos, com base em pesquisas e informações corretas. Falamos de vidas, da importância dos povos negros e indígenas para a construção do nosso país.”
MOSTRA
No encontro, também foi realizada a mostra Maria Patrícia Fogaça de Práticas e Projetos em Educação para Relações Étnico-Raciais, reunindo professores da rede municipal para compartilhar experiências desenvolvidas em 2025.
Maria Patrícia Fogaça é uma das mais importantes parteiras da história santista. Casada muito jovem com Levino Fogaça, ela foi responsável pelo nascimento de milhares de santistas no século 19 e é reconhecida por especialistas como uma figura que merece maior destaque na memória local.

As docentes exibiram as produções dos alunos e os materiais didáticos utilizados nas escolas. Entre os destaques o projeto Construtividade de Moradias Tradicionais, apresentado pela professora Izabel Cristina Marques, da UME Hilda D’Onófrio Papa (Rádio Clube).
Com alunos do Jardim B, Izabel explorou linguagens artísticas e a diversidade arquitetônica de povos tradicionais. Os alunos do Jardim B modelaram, pintaram e criaram suas próprias representações, incluindo um iglu feito com técnicas de papietagem. “O trabalho foi 100% produzido pelas crianças”, explicou Izabel.

Esta iniciativa contempla o item 4 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU: Educação de Qualidade. Conheça os outros artigos dos ODS
Fotos: Yasmin das Mercês
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Com informações da Prefeitura de Santos




