A ação da última terça contou com serviços médicos (generalista), vacinas, odontologia, preventivo e teste rápido. Para a coordenadora do programa, Esthefany Francisco, essas atividades são de suma importância para levar serviços de saúde a essas comunidades que estão muito afastadas da cidade, melhorando a qualidade de vida das famílias residentes em áreas de assentados agrários e remanescentes de quilombos.
Para 2026, a expectativa é mapear comunidades tradicionais em Campos, com o objetivo de aproximar a UBSF desses territórios, aumentar em 30% os atendimentos prestados e qualificar as equipes de estratégia sobre a saúde das populações tradicionais, garantindo acesso digno e equânime à saúde.
“Essa aproximação tem mostrado o quanto o diálogo entre as equipes qualifica o trabalho e fortalece a Atenção Primária à Saúde. Quando a gente conhece o território, entende suas histórias e escuta quem vive nele, o cuidado passa a ter mais sentido e mais efetividade. Nos territórios quilombolas, esse movimento ganha ainda mais força e significado. São espaços de resistência, de memória e de produção de saberes que precisam ser reconhecidos e valorizados na construção do cuidado em saúde. O trabalho conjunto entre o PAAQ e as equipes da Estratégia de Saúde da Família reafirma o compromisso com o fortalecimento da Atenção Primária e com a construção de uma saúde que nasce do território e se faz com as pessoas”, destacou a subsecretária de Atenção Primária, Ana Carolina Xavier.
O Programa de Assistência aos Assentados e Quilombolas foi criado em 2010, sendo o município de Campos o primeiro do estado do Rio de Janeiro a implantar um serviço direcionado especificamente a essas famílias.
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Com informações da Prefeitura de Campos dos Goytacazes




