O subsecretário de Vigilância em Saúde, infectologista Rodrigo Carneiro, destaca que a infestação é muito comum no verão, principalmente com o retorno às aulas. O médico reforça que não há vacina nem prevenção medicamentosa, mas sim tratamento. “O tratamento pode ser tópico (loções, shampoos) ou oral (medicamentos específicos), sendo este último mais eficaz contra ovos, que podem eclodir posteriormente. Os tratamentos caseiros, como vinagre e pente fino, são menos indicados, já que muitas vezes, atuam apenas sobre os piolhos adultos”, apontou.
Além disso, o especialista recomenda que as crianças evitem compartilhar bonés, escovas de cabelos ou travesseiros, pois a transmissão ocorre por contato direto ou compartilhamento de objetos pessoais.
“A pediculose é frequentemente identificada por prurido (coceira) intenso no couro cabeludo e pela visualização direta dos piolhos adultos, de seus ovos (lêndeas) ou larvas. Diante da suspeita ou confirmação, é imprescindível notificar a escola. A criança pode ser temporariamente afastada das atividades escolares até a conclusão do tratamento, ou, alternativamente, mantida em isolamento para evitar a disseminação, uma vez que a transmissão ocorre por contato direto”, finalizou o subsecretário.
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Com informações da Prefeitura de Campos dos Goytacazes
