“Precisamos construir uma sociedade mais consciente sobre os sintomas do AVC, que não dói. Os fatores de risco são: hipertensão, diabetes, tabagismo, etilismo, uso de drogas e sedentarismo. No passado, a incidência era em pacientes acima de 60 anos. Mas este perfil vem mudando muito nos últimos anos. Há muitos pacientes jovens acometidos. No Brasil, em 2023, todos os dias morreram cerca de 300 pessoas por AVC (DataSUS)”, frisa a consultora científica da Iniciativa Angels, Andressa Amaral.
O único medicamento que trata o AVC é o alteplase (rtPA). Ele funciona dissolvendo coágulos sanguíneos (trombolítico) e é indicado para uso em até 4,5 horas após o início dos sintomas do AVC isquêmico, que corresponde à maioria dos casos (cerca de 80%). Os principais sintomas do AVC aparecem de forma súbita e incluem fraqueza ou formigamento em um lado do corpo (rosto, braço ou perna), boca torta (sorriso assimétrico), fala enrolada ou confusa, perda visual e desequilíbrio. Nesses casos, o Samu 192 deve ser imediatamente chamado. O diagnóstico do tipo de AVC é possível por meio de tomografia.
“O AVC é a patologia que mais mata e incapacita no mundo e traz um custo alto para o SUS no Brasil”, destaca o consultor de acesso da Boehinger Ingelheim, Cristiano Paiva. A farmacêutica Boehinger Ingelheim é a fornecedora do alteplase (rtPA). A Iniciativa Angels é uma organização vinculada à indústria farmacêutica Boehinger Ingelheim, financiada pela World Stroke Organization (WSO/ Organização Mundial de AVC), pela European Stroke Organisation (ESO Organização Europeia de AVC) e pela Rede Brasil AVC.
No país, pouco mais de 20 municípios receberam o título ‘Cidade Angels’. No Estado do Rio, Volta Redonda, Rezende e Niterói já foram certificados.
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Com informações da Prefeitura de Macaé





