Neste 24 de abril, a ONU marca o Dia Internacional do Multilateralismo e da Diplomacia para a Paz. Em um mundo marcado por tensões como na Ucrânia e no Oriente Médio, a data enfatiza o apelo urgente à sobrevivência da ordem global.

Teoricamente, o multilateralismo é definido como a ação entre três ou mais Estados. Para a ONU, a verdadeira essência não é quantitativa, mas qualitativa. 

Consulta, inclusão e solidariedade

Trata-se da união em um projeto político comum, revestido pelo respeito a normas e valores compartilhados evidenciando a consulta, a inclusão e a solidariedade sobre o isolacionismo.

Para as Nações Unidas, o sucesso desse modelo de cooperação é visível na história da organização que começou em 1945, com 51 Estados-membros, progredindo para as atuais 193 nações. 

Foto da ONU/Eskinder Debebe
Multilateralismo garante que os direitos e obrigações sejam aplicados de forma contínua e justa

Atualmente, a estrutura vai além das fronteiras governamentais e envolve o setor privado, ONGs e mais de mil organizações com estatuto de observador, ilustrando que a construção da paz é um esforço coletivo e multissetorial.

Regras Coletivas para um Futuro Sustentável

Ao contrário do unilateralismo, o multilateralismo garante que os direitos e obrigações sejam aplicados de forma contínua e justa. 

No cenário atual, a ONU defende que reafirmar esse compromisso é garantir que o diálogo continue sendo a ferramenta mais poderosa para enfrentar crises globais e garantir a segurança internacional.

Ao ser instituído como um marco global, o Dia Internacional do Multilateralismo e da Diplomacia para a Paz é um convite a nações, observadores e agências das Nações Unidas para que celebrem e multipliquem os benefícios da cooperação. 

Através da educação e da conscientização pública, o objetivo é “transformar a diplomacia em uma ferramenta acessível e indispensável para a construção de um futuro comum.”

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Com informações da ONU

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