A visita está prevista para as regiões Norte e Centro-Oeste, com encontros junto a autoridades e representantes indígenas.
Parceria com organizações locais
A iniciativa será feita em parceria com o Grupo de Trabalho Internacional de Proteção de Povos Indígenas em Situação de Isolamento e Contato Inicial, Gti-Piaci, aliança entre 21 organizações indianistas da América do Sul.
Durante dez dias, os especialistas visitarão a Terra Indígena Uru-eu-wau-wau, em Rondônia, e a capital do país, Brasília.
Nesses locais, eles se reunirão com representantes indígenas, autoridades estaduais e federais, instituições de direitos humanos e entidades da sociedade civil.
Indígenas da etnia Yanomami, em um acampamento em Brasília, em 2018.
Proteção dos direitos
Os objetivos incluem promover e proteger os direitos dos povos indígenas, avaliar boas práticas e desafios, além de sugerir leis, políticas e programas.
Entre as prioridades estão medidas protetivas especiais, avanço na demarcação de territórios e apoio à criação de marcos legais e políticos nacionais e transfronteiriços.
Ao final da visita, os relatores deverão publicar uma nota técnica com recomendações para o fortalecer a proteção dos direitos dos povos indígenas, em alinhamento com padrões internacionais de direitos humanos.
*Os relatores de direitos humanos são independentes das Nações Unidas e não recebem salário pelo seu trabalho.
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Com informações da ONU



