Donald Trump destacou que as Nações Unidas têm um potencial enorme e que afirma isso há muitos anos. No entanto, condicionou esse potencial à necessidade de reformas profundas e ao fim do que descreveu como uma “agenda de burocratas globalistas não eleitos”.
Soberania nacional
O chefe de Estado americano citou cortes no orçamento e defendeu uma ONU que respeite a soberania nacional. O combate ao terrorismo e a posição norte-americana contra o Irã foram destaque em sua intervenção.
Donald Trump elogiou o Conselho de Segurança da ONU pela aprovação de uma resolução que condena os ataques iranianos à navegação comercial. Ele enfatizou que essa união internacional é essencial para manter a pressão máxima sobre o regime e garantir a segurança das rotas marítimas globais.
Discurso de Trump abordou ainda os enormes desafios e oportunidades da Inteligência Artificial
Outro marco da diplomacia celebrado no pronunciamento foi a resolução do conflito em Gaza, apresentada como uma vitória histórica para a estabilidade regional e humanitária. O líder americano agradeceu ao Conselho de Segurança das Nações Unidas pelo apoio unânime ao seu “plano de paz de 20 pontos para Gaza” e por ter aprovado oficialmente o “Conselho da Paz”.
Fundos cruciais para a reconstrução
Segundo o presidente americano, sob a liderança de seu país, o conselho internacional reuniu o compromisso de quase três dezenas de nações, mobilizando fundos cruciais para a reconstrução e o auxílio direto aos afetados, em um esforço sem precedentes.
Trump realçou o posicionamento sobre agências e tribunais internacionais, especialmente a Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, Unesco, a Organização Mundial da Saúde, OMS, e o Tribunal Penal Internacional, TPI.
O líder americano afirmou que os Estados Unidos se opõem igualmente à “instituição fora de controle conhecida como Tribunal Penal Internacional”, instando as nações a abdicarem desse órgão.
Conflitos globais e o papel dos Estados Unidos
Em seu discurso, Donald Trump celebrou os 250 anos de independência de seu país, sublinhando que os Estados Unidos estão hoje mais fortes do que nunca.
Para a audiência global, a mensagem destacou que a nação americana vive “um crescimento econômico sem precedentes, fronteiras seguras e um compromisso inabalável com a defesa de seus interesses vitais e aliados internacionais”.
Abordando os conflitos globais e o papel dos Estados Unidos, Trump destacou a capacidade de intervir onde outros hesitaram, citando a resolução de desafios e o fim de guerras de décadas em várias regiões do mundo, desde a América do Sul até o Leste Europeu.
Inteligência Artificial
Mencionando o futuro da tecnologia e da segurança, o discurso abordou os enormes desafios e oportunidades da Inteligência Artificial. Rejeitando esquemas de controle global sobre essa tecnologia, o Presidente propôs uma mudança de paradigma, denominando-a “Superinteligência”.
O argumento, segundo Trump, é que o termo “artificial” desvaloriza o seu verdadeiro e espantoso potencial. O presidente assegurou que os Estados Unidos lideram e continuarão liderando essa revolução tecnológica global.
Ao concluir sua intervenção na 81ª Assembleia Geral, o líder deixou um apelo à coragem e à união global contra o que chamou de “inimigos da humanidade”.
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Com informações da ONU
