Os participantes conheceram aspectos da evolução da luta pelos direitos e pela inclusão das pessoas com deficiência. Também foram abordados o capacitismo e as dificuldades enfrentadas por pessoas com deficiências não visíveis, inclusive em situações de abordagem por agentes de segurança.
O QUE FAZER
Em casos de discriminação ou violência, a pessoa com deficiência pode procurar o 7º Distrito Policial (R. Dr. Assis Corrêa, 50 – Gonzaga), onde será encaminhada à equipe do CAT (serviço em parceria entre a Prefeitura e Governo do Estado). O atendimento pode ser presencial, das 12h às 18h, ou pelo telefone 13-3284-3086.
INCLUSÃO NO ATENDIMENTO
O curso foi conduzido pela coordenadora da Codep, Cristiane Zamari, e pela psicóloga do CAT, Maria Luiza Alves da Silva, com a participação de representantes da Guarda Civil Municipal (GCM).
“Falar sobre os direitos da pessoa com deficiência é muito importante, porque a informação contribui para que ela conheça seus direitos e tenha acesso aos serviços”, afirmou Maria Luiza.
De acordo com Cristiane Zamari, a participação do poder público é fundamental para ampliar a inclusão e a acessibilidade no atendimento à população, no ambiente de trabalho e na atuação dos servidores. “É muito importante que a pessoa com deficiência saiba que existe atendimento especializado em uma delegacia, com uma equipe capacitada para receber demandas específicas previstas na Lei Brasileira de Inclusão”.
COMBATE AO PRECONCEITO
A ação integra a programação do Setembro Verde e Azul, mês dedicado à luta pelos direitos e à visibilidade das pessoas com deficiência. Organização da Escola Municipal de Administração Pública de Santos (Emaps) e Secretaria da Mulher, Cidadania, Diversidade e Direitos Humanos (Semulher), por meio da Coordenadoria de Defesa de Políticas para Pessoas com Deficiência (Codep).
Esta iniciativa contempla o item 10 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU: Redução das Desigualdades. Conheça os outros artigos dos ODS
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Com informações da Prefeitura de Santos
