
Ministrada pela coordenadora de Defesa de Políticas para a Pessoa Deficiência (Codep), da Secretaria da Mulher, Cidadania, Diversidade e Direitos Humanos (Semulher), Cristiane Zamari, a conversação teve como objetivo conscientizar o público sobre a lei de 2015, que é tema de capacitações da Prefeitura, e institui medidas como acessibilidade em mobilidade e comunicação
“Não vamos mais pensar que inclusão é um favor ou que estamos incomodando por existir, porque a LBI é um direito”, afirmou Cristiane.
A coordenadora geral da unidade, Vilmara Vasques, contou que estão sempre procurando trazer essas temáticas para dentro do centro de reabilitação e estimulação do neurodesenvolvimento. “A gente entende a importância da legislação e das pessoas terem maior conhecimento sobre o seu pertencimento na sociedade”.
DESABAFO
A palestra trouxe um momento de desabafo dos pais sobre as barreiras que enfrentam diariamente por conta do preconceito. “É muito difícil, porque às vezes a gente deixa de sair pra não ter problema com os obstáculos que vamos encontrar” conta Flávio Barbosa dos Santos, 52, pai da Emily, de 6 anos, autista nível 2 de suporte-não verbal.
Segundo ele, desde que sua filha começou a frequentar a Escola do Autista, notou sua evolução. “Tem tido bastantes resultados bons, como por exemplo a parte de fono”.
Esta iniciativa contempla o item 3 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU: Saúde e Bem-Estar. Conheça os outros artigos dos ODS.
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Com informações da Prefeitura de Santos





