As intervenções incluem ainda a recuperação do passeio e do paisagismo e têm conclusão prevista para este mês, dependendo das condições climáticas.
MURETA
A erosão também comprometeu a mureta e parte do passeio. Durante os trabalhos, foi identificado um problema adicional na estrutura do canal. “Após o bombeamento da água, foi possível identificar o comprometimento da laje do fundo. O problema agravou a perda de material e afetou o talude e parte da ciclovia”, afirmou o o secretário de Infraestrutura e Serviços Públicos, Wagner Ramos.
A situação, somada às chuvas e à elevação da maré acima da altura prevista para a barreira provisória de contenção, ampliou o prazo necessário para a conclusão dos trabalhos, segundo o engenheiro civil Rodrigo Feitosa, responsável pela supervisão e pelo acompanhamento das intervenções.
“O projeto não previa o reforço da estrutura da lateral e do fundo do canal. Esses serviços adicionais, porém, tornaram-se necessários para garantir a durabilidade e a segurança da área recuperada”, explicou.

RECUPERAÇÃO DA ÁREA
As intervenções incluíram demolições e sondagens na rede de drenagem para identificar a extensão dos danos. O processo erosivo provocou a perda de solo sob a borda superior do canal, comprometendo a ciclovia e o passeio público.
Na sequência, foi executada a drenagem, com a instalação de 18 metros de tubulação de concreto e outros quatro metros de tubos de PVC. Os trabalhos incluem ainda a recomposição do passeio e a recuperação do paisagismo.
Esta iniciativa contempla os itens 9, 10 e 11 dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU: Indústria, Inovação e Infraestrutura; Redução das Desigualdades, e Cidades e Comunidades Sustentáveis. Conheça os outros artigos dos ODS
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Com informações da Prefeitura de Santos





