Santos sediou, nesta quinta-feira (29), na Escola da Saúde, o Encontro do Grupo de Trabalho Regional de Humanização do Departamento Regional de Saúde da Baixada Santista (DRS IV).
O evento reuniu profissionais e gestores para discutir a continuidade do tratamento de pacientes após a alta hospitalar e a importância do acompanhamento nas unidades básicas.
A coordenadora de Humanização do DRS IV, Mara Anunciação, destacou que o acompanhamento nas policlínicas ajuda a evitar reinternações e a procura desnecessária nas UPAs. “Precisamos alinhar toda a rede para que os pacientes sejam devidamente encaminhados para suas unidades de referência, com esse olhar de cuidado, porque nós não falamos de saúde, falamos de vida”.
A diretora da UPA Zona Noroeste, Vanessa Vargas, informou que, dos 183.982 atendimentos realizados entre fevereiro e dezembro de 2025, 57,32% foram classificados como não urgentes, reforçando a importância da atenção primária.
OUTROS
Outros órgãos abordaram o papel da humanização dentro de suas instituições, como o Consultório na Rua, Ambulatório de Especialidades Nelson Teixeira (R. Dr. Manuel Tourinho, 395) e o Complexo Hospitalar dos Estivadores.
O secretário de Saúde de Santos, Fábio Lopez, ressaltou a importância da integração para garantir acolhimento e atendimento humanizado. “Temos observado aumento nos atendimentos nas UPAs e precisamos entender por que essas pessoas não estão buscando a atenção primária. A população procura não apenas atendimento, mas também acolhimento. É nesse ponto que a humanização faz a diferença”.
Esta iniciativa contempla o item 3 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU: Saúde e Bem-Estar. Conheça os outros artigos dos ODS
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Com informações da Prefeitura de Santos



