A mostra convida o público a explorar, de forma sensível e contemporânea, as conexões entre o Brasil e a China a partir do grão que ajudou a moldar a história econômica e cultural do País.
Com 15 obras inéditas, reúne pinturas, esculturas, instalações e vídeos que investigam o crescimento da China como potencial importador do café brasileiro. A proposta vai além do comércio e mergulha em aspectos simbólicos e filosóficos, trazendo referências como o Dao e o Yin-Yang para refletir sobre novas formas de consumo e circulação.

Entre os destaques está um imponente dragão de aproximadamente quatro metros de comprimento, inspirado nas tradicionais pipas tridimensionais de Weifang, que chama a atenção já na entrada.

A escultura Sopro também se sobressai, assim como trabalhos que utilizam tintas naturais produzidas com café e chá verde, aplicadas sobre superfícies com caulim e intervenções em ouro, elementos que reforçam o café como símbolo de transformação, valor e prestígio.
A exposição cria um diálogo entre tradição e contemporaneidade, conectando culturas distintas em um espaço que por si só carrega a memória desse importante ciclo econômico.
SERVIÇO
O museu abre de terça a sábado, das 9h às 18h, e domingo, das 10h às 18h. Ingressos: R$ 16 (inteira) e R$ 8 (meia). Aos sábados, a entrada é gratuita (bilheteria fecha às 17h).
Esta iniciativa contempla o item 17 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU: Parcerias e Meios de Implantação. Conheça os outros artigos dos ODS
Fotos: Marcelo Martins
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Com informações da Prefeitura de Santos




