O doador era um homem de 18 anos, vítima de trauma crânio encefálico (TCE), que estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
A captação foi conduzida após a confirmação da morte encefálica do paciente, conforme determina o protocolo estabelecido pelo Conselho Federal de Medicina, que prevê avaliações e exames realizados por dois médicos distintos, em momentos diferentes. Após a confirmação do diagnóstico, a equipe multidisciplinar do Hospital do Vicentino prestou acolhimento e esclarecimentos aos familiares. Em seguida, a Organização de Procura de Órgãos da Escola Paulista de Medicina (OPO-EPM) realizou a abordagem para solicitar a autorização formal para a doação dos órgãos.
“Quando um paciente apresenta sinais clínicos compatíveis com morte encefálica, é iniciado o protocolo previsto pelo Conselho Federal de Medicina, com a realização de avaliações e exames por dois médicos distintos, em momentos diferentes. Durante esse processo, a equipe do Hospital do Vicentino mantém os familiares informados sobre a gravidade do quadro clínico e a possível evolução para morte encefálica. Somente após a confirmação definitiva do diagnóstico é que a Organização de Procura de Órgãos da Escola Paulista de Medicina (OPO-EPM) é acionada para avaliar a viabilidade da doação e realizar a abordagem junto à família para solicitar a autorização formal para a captação dos órgãos”, salientou Cintia Santos, gerente de enfermagem do Hospital do Vicentino.
Foram captados coração, rins, fígado, pâncreas e córneas, que foram transportados pela equipe da OPO-EPM para uma unidade de saúde de São Paulo, onde beneficiarão pacientes que aguardam na fila de transplantes.
Por Guilherme Gebara
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Com informações da Prefeitura de São Vicente




