As receitas utilizam ingredientes acessíveis e podem ser alternativas para quem deseja empreender no ramo da confeitaria.
A oficina foi ministrada pela professora voluntária Ana Cláudia Carravieri, 48 anos, que apresentou diferentes possibilidades de preparo e adaptação dos doces.
DE ALUNA A PROFESSORA
A trajetória de Ana Cláudia na confeitaria começou quando acompanhou uma amiga em um dos cursos gratuitos oferecidos pela instituição. O interesse cresceu até que passou a auxiliar a professora Judite e, posteriormente, assumiu o papel de educadora voluntária.
“Não sabia nem enrolar um brigadeiro, mas, ao participar de uma das oficinas, me interessei pela área. Hoje, gosto de passar aos meus alunos tudo o que aprendi e um pouco mais”, contou.
“Uma das dicas que compartilhei foi deixar a bala de brigadeiro armazenada durante uma semana, porque se cria uma casquinha que dá outro sabor ao doce”.
OPORTUNIDADE DE RENDA
Atenta a cada detalhe do preparo, a dona de casa Sandra Maria Louzã Matias, 72 anos, não conhecia a receita da bala de brigadeiro. “A aula é bem produtiva, porque é um doce diferente. Eu não conhecia essas balas e nunca havia feito, mas achei o preparo ensinado pela professora bem fácil”, contou.
Apaixonada por confeitaria, Sandra já utiliza suas habilidades para complementar a renda, vendendo doces em seu prédio e nas proximidades de onde mora. Agora, pretende aproveitar o aprendizado para ampliar as opções oferecidas aos clientes.
Esta iniciativa contempla o item 4 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU: Educação de Qualidade. Conheça os outros artigos dos ODS
Fotos: Henrique Teixeira
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Com informações da Prefeitura de Santos




